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SEIS FATOS IMPORTANTES A RESPEITO DAS PROFECIAS BÍBLICAS (Parte 1)

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Os escritos dos profetas são um verdadeiro tesouro de revelação divina e uma chave para compreender os planos de Deus, a história e o próprio Deus.

Temos neles uma riqueza e uma luz, como escreveu  o apóstolo Pedro: “E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração, sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1.21).

Devido às muitas referências geográficas e históricas, estudá-las nos leva a um conhecimento enciclopédico.

E devido à sua inspiração divina, estudá-las lança contínua luz a aos fatos da vida e da história, nos alinhando individual e coletivamente aos propósitos de Deus. Conhecer um pouco da natureza desses escritos com certeza nos fará andar com segurança em meio a este mundo de escuridão. Eis alguns pensamentos sobre a profecia bíblica.

 

1.         A profecia é primeiramente o falar de Deus

 

Ela pode não conter qualquer elemento preditivo. Embora em seu sentido diário ela tenha se tornado quase sinônimo de predição, ela pode conter apenas elementos exortativos ou mesmo descritivo.

Se tomarmos o primeiro capítulo de Isaías como amostra, temos ali uma descrição da situação de Judá, juntamente com uma exortação para que se arrependam. Somente a partir do verso 24 nós teremos alguma predição envolvida.

 

2.         A profecia bíblica é única

Vemos diversos profetas, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento que não deixaram qualquer texto escrito.

Elias e Eliseu, Judas e Silas, são exemplos de homens descritos como profetas que não deixaram nada registrado de suas palavras.

Isso porque somente aquelas registradas nas Escrituras constituíam uma mensagem universal e eterna, destinada para todos os povos em todos os tempos. As demais tinham um caráter local e temporário.

  

3.         A profecia pode se apresentar de formas diferentes

 

Ela poderia ser simplesmente escrita ou falada ou mesmo representada. Temos diversos atos que de fato eram anunciação de eventos futuros.

Toda a simbologia do Antigo Testamento está repleta de elementos que podem ser descritos como proféticos.

O sacrifício de Isaque, o cordeiro pascal, a serpente levantada no deserto prefiguravam o Messias de alguma forma.

Também os profetas ocasionalmente foram levados a realizar certos atos como que constituindo uma mensagem dramatizada como no caso do cinto de Jeremias (capítulo 13) ou a saída de Ezequiel para o exílio (capítulo 12).

Logo, quando usamos a palavra “profecia” temos uma ampla gama de possibilidades para entendê-la.

helio2016

Pr. Eguinaldo Hélio de Souza

Escritor, apologeta e mestre em teologia

(www.devocionaiseesbocos.wordpress.com) 

 

 

 

 

 

 

 

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