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Home Palavra do Pastor Palavra do Pastor “Pregamos para agradar a quem?” 1ª Tessalonicenses 2:4

“Pregamos para agradar a quem?” 1ª Tessalonicenses 2:4

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E se o sal for insípido, com que se há de salgar?

Mateus 5:13

 



 

 

Amados,

Todo pregador do evangelho enfrenta a tentação de agradar aos homens, isto é procurar a aceitação, a aprovação e a glória da parte dos outros, pregando somente aquilo que não ofende a ninguém. Ceder a essa tentação pode resultar em tolerância ao pecado e mornidão na igreja. Pode significar também a linguagem de bajulação, cujo emprego visa à obtenção de ofertas financeiras, ganhos materiais, cargos políticos, ou aplausos. Se isso ocorrer, danos irreparáveis serão causados à retidão e integridade da igreja de Cristo. Por essa razão, é essencial que nosso objetivo na pregação seja procurar sempre a aprovação de Deus, e não a do homem. O apóstolo Paulo precisou justificar a sua conduta durante o tempo em que esteve entre os tessalonicenses. Ele havia sido caluniado e acusado de falsidade na pregação do evangelho, isto porque sua mensagem atingia frontalmente o interesse dos falsos irmãos que se sentiam ofendido com a verdade e a exposição de suas más intenções. Paulo, não aceitava o conceito errôneo de um “cristianismo pecaminoso” o qual propaga que a salvação promovida por Cristo e seu sangue expiador não são suficientes para nos salvar do cativeiro e do poder do pecado. Essa doutrina antibíblica afirma que todos os cristãos devem pressupor que pecarão contra Deus todos os dias, por palavras e obras no decurso de toda a sua vida. O apóstolo afirma, no tocante à sua própria conduta aos tessalonicenses, que ele se comportara de maneira santa, justa e irrepreensível, mais do que isto, conclamou tanto a igreja quanto o próprio Deus como testemunhas de que a graça suficiente de Deus em Cristo o capacitara a purificar-se de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus. Este exemplo bíblico nos encoraja a pregar que o evangelho da graça não apenas perdoa e justifica o pecador, mas leva-o ao exercício prático da santificação permanente e contínua, de maneira que essa transformação de pensar, falar e agir se reflita em novo comportamento, resultado de uma vida nova, em Cristo Jesus. Amém.

 

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