..::Ministério da Reconciliação::..

Text size
  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size
Home Palavra do Pastor Palavra do Pastor Autoridade e Legitimidade!

Autoridade e Legitimidade!

E-mail Imprimir PDF

aparicio  

 

 

Daí, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.

Mateus 20:25

 


Um seguidor de Cristo tem duas cidadanias e dupla responsabilidade.

 

É claro que sua responsabilidade para com Deus deve ter precedência sobre a de César quando houver conflito entre as duas.

 

Mas, o que representa César, no contexto bíblico?

 

Ora, representa a autoridade humana.

 

Deus criou o Ser Humano para viver em sociedade, logo, a vida social exige normas e preceitos que garantam o direito individual e coletivo da humanidade.

 

Há autoridades que compartilham os poderes em uma nação – o executivo, o legislativo e o judiciário.

 

Estes apesar de sua tendência doutrinária humanista exercem legitimamente o seu poder com o objetivo maior de garantir segurança, desenvolvimento, assistência médica e outros. Há autoridades denominadas de eclesiásticas, estas exercitam uma gestão voltada aos interesses coletivos e individuais dos membros da congregação, o exercício legítimo desta liderança contribui para o desenvolvimento equilibrado do corpo de Cristo.

 

Há autoridades denominadas de familiares, estas lideram o espaço do lar, de forma que os direitos e deveres individuais e coletivos de seus membros sejam garantidos, assim propiciando oportunidades para todos seus integrantes.

 

Há autoridades descritas como escolares estas visam que seu alvo principal que é a educação seja compartilhado por todos.

 

A função principal do “governo” sejam eles; nacional, estadual, municipal, eclesiástico, familiar, escolar ou qualquer outro é de conciliar interesses pessoais com os coletivos, de forma que haja unidade em busca dos objetivos comuns que passam a ser objetivos de todos.

 

Por fim, a ordem bíblica é que devemos:

1- ser sujeitos a todas as autoridades que buscam o objetivo comum – Rm 13:1-7;

2- orar como fruto de um desejo que elas possam ter bons resultados – 1Tm 2:1-2;

3- evitar comportamentos de rebelião e tendências separatistas – Tg 3:13-18;

 

Portanto, não devemos usar o nome de Deus para insurgirmos contra as autoridades, pois se assim fizermos cairemos no mesmo erro da igreja de Corinto, vide 1Co1:10-13.

 

Deus vos abençoe, Amém.

 

 

Luiz Carlos Aparicio

 

Teólogo, Professor, Administrador

 

Pastor Presidente do Ministério Evangélico da Reconciliação

 

 

estudosbiblicos5