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O Perigo da Interpretação Pessoal

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aparicio  

 

 

       

“O Perigo da Interpretação Pessoal”

 

 ... nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação.

 

2ª Pedro 1:20

 

 


A maior preocupação do texto em referência é dar ênfase a confiabilidade das Escrituras. No presente contexto, o escritor está argumentando que o testemunho profético da Escritura provém inteiramente de Deus, incluindo não somente visões, mas também palavras usadas para descrevê-las e interpretá-las. O Espírito Santo é a fonte da profecia, capacitando os profetas a falar e escrever como representantes de Deus. Esta capacidade inclui o cuidado de preservar a palavra de qualquer influência humana.

 

 

 

É nesta mesma linha que segue meu raciocínio quando o assunto é a interpretação da palavra. Se, estamos aplicando a ferramenta da exegese e extraindo do texto no exercício de dentro para fora, é óbvio que a Escritura segue a marca registrada de seu autor e se como já falamos essa pessoa é Deus, logo, não pode existir sombra de variação.

 

 

 

A falta deste princípio, como diz o texto, que deve ser o primeiro é que tem levado nossa geração de cristãos, a multiplicarem pensamentos, idéias e conceitos a respeito das Escrituras.  Parece-nos que esta idéia comunga com a tal vertente denominada de liberdade de pensamento. O evangelho de hoje multiplica seus operadores, que vão interpretando a Bíblia Sagrada de acordo com sua vontade e intenção.

 

 

 

Dentro desta linha a própria bíblia é usada de maneira distorcida no cenário do argumento da Serpente que ao tentar Adão e Eva deu um tom de outra interpretação, ardilosamente falando: “foi assim que Deus disse?” Ainda, semelhantemente no deserto, o Diabo utilizou com sua maestria o termo: “não está escrito?”

 

 

 

Cuidado meu prezado leitor para que essa presunção de dar sua interpretação particular a palavra de Deus não venha te colocar na mesma cadeira de hábil adulterador do instrumento de direito a herança da vida eterna.

 

 

 

Tenhamos a ousadia de dizer como Paulo em Coríntios 4:2- “não andamos adulterando a palavra de Deus”.

 

 

 

Amém.

 

 

Luiz Carlos Aparicio

Teólogo, Professor, Pastor Presidente do Ministério Evangélico da Reconciliação

 

 

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